quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Propostas para uma boa escrita jornalística em ambientes portáteis


É um manual de redação para quem pretende escrever e atuar na internet. Descreve os conceitos e da dicas de adaptação de texto para divulgação de notícias. Mostra como editar, escrever e preparar o conteúdo para web. E o mais importante ensina como falar direto com o público que se pretende atingir. Clarea a mente dos profissionais que pretendem trabalhar na nova mídia.


E importante ver todos os veículos como parte de uma grande rede mundial, e não esta como parte deles. Todos serão inseridos em uma comunicação única e individual. A importância de se trabalhar o texto e o conteúdo é fundamental para a sobrevivência de cada empresa e cada profissional no mercado. Como o rádio, a imprensa e a televisão, a internet desenvolveu padrões de redação jornalística e de marketing que já podem ser absorvidos pelos profissionais que pretendem trabalhar na web. Não há mais necessidade de se esperar cair de pára-quedas em jornal, revista ou TV on-line para se começar a pensar nisso.


A grande rede mundial está aí para ser acessada, preparada e cada vez mais desenvolvida em computadores, televisões, telefones celulares, aparelhos de som e muito mais. O principal é avaliar a dimensão da internet, que apesar de disseminada, ainda não foi percebida em sua grandeza.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

CULTURA DA CONVERGÊNCIA



O mundo atual mudou muito radicalmente nesses últimos anos. As novas mídias existentes começaram a fazer com que o público deixe de ser apenas receptor de informações, e passe também a transmitir conhecimento. Henry Jenkins, um dos pensadores de comunicação mais respeitados dos EUA, investigou o alvoroço em torno das novas mídias e expõe as importantes transformações culturais que ocorrem à medida que esses meios convergem.


Ele nos mostra como o fenômeno Matrix levou a narrativa a novos patamares, criando um universo que junta partes da história entre filmes, quadrinhos, games, websites e animações. A cultura da convergência, que ele chama cultura do fã, é um fenômeno que está revolucionando o modo de se produzir conteúdo em todo o mundo.

sábado, 6 de junho de 2009

CAXAMBU PODE SER PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE


por Cleisson,
Caxambu que ser o quarto município mineiro e a décima oitava cidade brasileira que se tornar Patrimônio da Humanidade. Para isso precisa ser reconhecido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, A Ciência e a Cultura). Representantes e autoridades locais estão trabalhando para que isso acontença.
O acervo líquido e gasoso não é apenas o maior patrimônio do município, mas do Estado, do país e do mundo", diz o entusiasmado prefeito Luiz Carlos Pinto.

Localizada na região sul das Minas Gerais, no planalto da Serra da Mantiqueira na Bacia do Rio Verde, situada proximadamente há 300 quilômetros dos principais centros comerciais do sudeste, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. Com um clima agradável das montanhas, e belas paissagens a cidade e muita apreciada, tem o turismo como base de sua economia. O município faz parte também do circuito das águas mineiro. Possui uma grande infra-instrutura de hotéis, pousadas e hotéis fazendas e tradicionais restaurantes de comida mineira. Para agradar os 150 mil turistas que frequenta durante o ano.

O seu belíssimo Parque das Águas situado no coração da cidade com mais de 200 metros quadrados. É o maior complexo hidromineral do planeta , com a maior concentração de águas carbogasosas por metros quadrados. São 12 fontes de água mineral de diferentes propriedades quimicas com comprovado poder diurético e desintoxicante.
A Fonte Dom Pedro mais famosa, rica em gás carbônico e bicarbonato de sódio, uma homenagem ao imperador.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

JORNALISMO 2.0


Como sobreviver e prosperar - Guia de Cultura digital na era da informação

A forma como as novas facilidades tecnológicas poderão ser utilizadas na comunicação e na informação, é o que o quia quer resaltar.

Existem inúmeras possibilidades no horizonte digital, onde centenas de milhares de vagas em software estão espalhadas pelo mundo e podem ser preenchidas imediatamente se houver capacitação técnica. Conforme Mark Briggs (2007, p.7 ) "Neste ambiente, os jornalistas que souberem fazer mais de uma coisa vão ser mais requisitados. As pressões da economia e do relógio garantem que isto acontecerá."

E o leitor deixou de ser um elemento passivo ou mero receptor, passando ele próprio a ser um agente emissor de onde pode partir alguma informação veiculada posteriormente pelos media .

sexta-feira, 24 de abril de 2009

INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS




Por Cleisson Oliveira, Fábio Souza e Jean Ferreira

A transposição das mídias impressas para as mídias on-line no Brasil surgiram em 1995, com a criação do primeiro jornal on-line do país, o jornal do Brasil (JB). A partir daí, com as inovações tecnológicas, os textos e sites foram se aperfeiçoando, tornando-se mais atrativos, chamando mais a atenção do público.A primeira fase foi basicamente a cópia pura e simples dos textos do impresso para a internet.


Mas a rapidez com que os fatos aconteciam, e ainda acontecem, tornaram as notícias velhas. Não havia uma constante atualização das reportagens, e o público não tinha outra opção para se informar. O Jornal do Brasil foi o primeiro veículo de comunicação a se adaptar, mas hoje, bem evoluído, o JB já se enquadra na terceira fase de transposição das mídias. Clique aqui e veja um exmplo atual.A segunda fase foi marcada pelo uso de alguns recursos mediáticos como hiperlinks e algumas atualizações de última hora. O recurso facilita o leitor ter acesso à casos semelhantes áos da matéria e se aprofundar no tema discutido, abragendo um leque de informações diversificadas.


O Jornal Sul de Minas, de Varginha é um dos exemplos de veículos ainda na segunda fase de transposição das mídias impressas para on-line.A terceira fase teve início com o uso de recursos multimidiáticos, ou seja, incluindo além dos hiperlinks, vídeos e áudios ilustrando as reportagens. Assim, os jornais on-line se tornaram mais dinâmicos e atrativos, acompanhando os fatos no momento em que eles acontecem. Dessa maneira, o público tem acesso imediato á notícia, se informando mais rapidamente.


Todos os grandes jornais, como O Globo, Folha de São Paulo, Estado de Minas já se enquadram nesta fase.Aos poucos, os veículos impresso vão se adaptando à internet.Na terceira fase, o funcionamento de uma redação on-line se tornou mais rápido. Os profissinais devm ser ágeis, estar atentos a tudo o que acontece, pois é fundamental atualizar as informações. Os responsáveis pela produção de texto devem ter a capacidade de escrever um texto final sem que seja necessária a aprovação de um editor. Pois nem sempre o tempo é viável, esses profissionais vivem no dead line.


O webwriting não é apenas escrever ou divulgar idéias pela web, é um conjunto de técnicas que ajudam na distribuição de conteúdo em ambientes digitais. Quem trabalha com webwriting não fica preso à escrita. Pelo contrário ele utiliza os diversos recursos e tecnologias que a rede oferece.Webmaster é o profissional que sabe operar as tarefas entre um computador e a internet. O webmaster recebe do webdesigner os arquivos do site com o design pronto e já pré-configurados para ser colocado na Internet. Depois, insere algumas configurações como: incluir contador de acesso, registros em formulários e alguns outros registros de funcionamento.


A equipe do suporte técnico, na maioria das vezes, são pessoas especializadas em Ciência da Computação. Estes profissionais são responsáveis pela criação e manutenção de programas que facilitem o acesso ao site.O Webdesigner é o profissional responsável pela roupagem do site. A montagem das páginas, que deve ser atrativas. Criação de artes e diagramação da notícia a ser publicada.O editor chefe é responsável por avaliar e editar o texto produzido pelo webwriting. Tudo que for publicado no site é de responsabilidade do editor chefe ou jornalista responsável.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

INFORMAÇÃO ACESSÍVEL

Por Cleisson Oliveira, Jean Ferreira e João Fadel

O Jornalismo está se socializando e a mídia on-line vem se tornando mais acessível para a população do que os outros meios de comunicação, devido a instantaneidade, a gratuidade, entre muitas outras vantagens que a web nos oferece.

Empresas conceituadas como AP (Agência de notícias Associated Press) que sempre foi o icone de credibilidade, poder e solidez teve que se adeguar as novas exegências do mercado.


Dentre esses veículos de comunicação que estão perdendo público, o impresso é o mais prejudicado. O tão famoso "jornal", aquele mesmo, o de papel, hoje está perdendo espaço para outros veículos e se não "amarrar as calças" e se adaptar as novas exigências dos leitores pode perder espaço no jornalismo.


As pessoas hoje querem agilidade, informação objetiva, com textos curtos, devido a sua falta de tempo, e o impresso é totalmente ao contrario disso. Tudo que sai nos jornais hoje, o rádio, a tv e a web publicaram no ato do fato, então, não queremos mais pagar por uma coisa vencida, que suja os dedos, que ficamos horas e horas sentados para ler o que precisamos.



Além de perder conteúdo jornalístico, os jornais impressos vão perder publicidades também, qual o futuro dos jornais impressos?. Se os assinantes estão mudando de veículo conseqüentemente as propagandas vão mudar, porque no mundo de hoje ninguém é bobo de investir em uma coisa que não vai ter retorno. Ou seja, pode ser o fim do jornalismo impresso, isso se eles não se adaptarem as novas tendências

Os jornais impressos precisam se adequarem as novas exigências do mercado, onde a rapidez e cortes de gastos estão cada vez mais intensos.

quarta-feira, 11 de março de 2009

A nova era das redes

Quando se fala de desafios do jornalismo na nova era tecnológica é cada vez mais uma realidade presente nos dias de hoje, a que ninguém é indiferente. O jornalista como profissional, está ligado ao cidadão comum, uma vez que muitas notícias chegam mais rápidamente à redação pela “voz do povo”. É ainda importante referir , a existência de vários programas televisivos bem como outras novas tecnologias , que permitem também ao próprio cidadão intervir diretamente com a sua opinião , conferindo-lhe uma autonomia total. Os sites de Internet noticiosos ou mesmo os blogues, são considerados o melhor meio de divulgação, informação e opinião atualmente, daí concordar plenamente com a designação referida inicialmente. No entanto , considero “ qualquer pessoa não pode ser jornalista” tem as suas limitações a vários níveis ,uma vez que assim também não fazia sentido existir licenciaturas para tal efeito. Contudo concordo plenamente, que ambas as partes cidadãos e jornalistas trabalhem e colaborem mutuamente em comunidade, para a possibilidade de ampliação do espaço informativo bem como a inovação do jornalismo, através da revolução digital. O jornalismo terá que ser visto futuramente, como uma arma universal para a comunicação, em que existirá um trabalho conjunto de diversas pessoas das mais variadas àreas, onde o cidadão terá um papel principal.